Pesquise Aqui

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O Educador 2016, segundo a Associação Brasileira de Educação

Essa é para rir (já que não se pode mais nem chorar): a Associação Brasileira de Educação, sediada no Rio Janeiro (um Estado medíocre para com a coisa pública, assim como o restante do Brasil), concedeu ao ilustre Ministro da Educação Nacional o prêmio de EDUCADOR DO ANO 2016... aliás, esse Ministro é mais um dos frutos pestilentos do Governo Golpista de Michel Temer.
Agora eu me pergunto: por que essa Associação em vez de cuidar dos interesses dos verdadeiros educadores (aqueles que legalmente possuem magistério ou licenciatura e trabalham direto ou indiretamente/FUNDEB 60% e FUNDEB 40% com o exercício e o ofício de ser professor/educador/facilitador) vai se empenhar em conceder um prêmio para "um qualquer um", que nem educador de formação é, nunca esteve na linha de frente de uma sala de aula (... )?
Pergunto-me ainda, por que essa Associação não se empenha em auxiliar a causa dos educadores, enfim dos funcionários públicos do Rio de Janeiro e dá um prêmio exatamente ao funcionalismo público do Rio Janeiro, que tem sobrevivido as custas de cestas básicas doadas por aqueles que estão em melhores condições?
Eu procuro um motivo para justificar o recebimento deste prêmio para o Senhor Ministro e não encontro, por favor me refresquem a memória da sua gestão nesse último um ano e meio!
Outra coisa, me respondam por favor: qual é o conceito de educador que permeia a cabeça desta Associação Brasileira de Educação? Em que circunstância ela vislumbrou que o nosso Excelentíssimo Ministro de Educação é um educador?
Sim, porque há uma série de predicativos que definem um educador, além daquela definição estrita apresentada anteriormente: ele(a) é o sujeito responsável pela coordenação, na relação com os outros, em torno de processos de ensino e aprendizagem, logo, o(a) educador(a) investe no desenvolvimento do educando, visando a garantia de um desenvolvimento pleno nas dimensões intelectual, física, afetiva, simbólica e social. Paulo Freire, em Pedagogia da Autonomia, define o professor como um educador que não necessariamente transfere conhecimentos, mas essencialmente cria possibilidades para que o educando construa conhecimentos significativos.

Por fim, me digam, desde quando ser formado em Administração de Empresas e ter uma vida política (política no sentido estritamente prático e nenhum pouco filosófico da palavra) é ser educador?

Este é sim, eu sei disso, um texto de maior teor interrogativo do que subjetivo, mas muitas vezes precisamos ser assim: perguntadores, não apenas indicativos.... de opinião ou de desabafos!
 JaloNunes.
Imagem copiada de: minhabiblioteca.com.br

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

O Dia em que Neymar Jr. chorou!

Sim, Neymar Jr., o jogador do PSG e da Seleção Brasileira “desabafou”, chorou e demandou arrego no colo do professor Tite. Ele desabafava e chorava por conta das críticas que vem recebendo, segundo ele, da imprensa francesa, dada a uma suposta relação desgastante entre o técnico do PSG e ele, dentre outras situações.
E eu me pus a pensar: - ora, se eu que percebo cerca de dois salários mínimos brasileiros sofro críticas em meu trabalho, como seria se o jogador Neymar não recebesse críticas, dada as cifras que enfeitam o seu holerite? Se isso não ocorresse eu me rebelaria agora mesmo e exigiria de meus superiores um “pit... stop, sentando e calado”!
Pensei também que sou eu um brasileiro muito forte, perspicaz, valente, esperançoso, batalhador etc., etc., etc. e caso não o fosse, eu choraria todos os dias, todas as horas, todos os minutos, o tempo todo, afinal eu habito um país no qual a maioria absoluta dos meus representantes (os políticos) é na verdade uma grande quadrilha de bandidos e corruptos; tenho um governante que passou a rasteira na Presidenta, em cuja chapa ele era o vice; recentemente esse mesmo golpista aprovou com o apoio do Congresso, uma lei trabalhista que acaba com a CLT; esse mesmo medíocre governante quer aprovar uma lei para a Previdência, pela qual é preciso estar à beira da cova para se aposentar; o tal, corta gastos públicos pela compra de deputados e senadores; um dirigente que apoia o trabalho escravo e a destruição da Amazônia. Vivo num país, no qual, a gasolina, o gás de cozinha e demais combustíveis aumentam indiscriminadamente; país no qual não se pode esperar por uma saúde de qualidade, bem menos educação e segurança pública; um país, cujas leis são feitas sob a possibilidade de deixarem brechas para oportunistas e corruptos. País no qual os detentores do poder compram a própria justiça, compram sentenças, compram habeas corpus, compram prisão domiciliar, compram atendimento em clínicas especializadas, e um ladrão de galinhas apodrece na cadeia. Não estou aqui defendendo o ladrão de galinhas, afinal um criminoso precisa ser punido, mas porque não se faz o mesmo com os delinquentes de colarinho branco, que tomam de assalto o nosso país e se esbanjam com recursos públicos (que saem dos nossos bolsos, dos impostos abusivos que pagamos)? Vejam o tamanho do atrevimento: os corruptos envolvidos com a política e com os políticos enlameados pagam suas defesas (seus advogados etc.) com o mesmo recurso que roubaram dos cofres públicos, por exemplo!

Isso aqui é apenas uma fração de um desabafo[1], um choro contido porque não há um colo de um pai aqui ao meu lado...

Obrigado Neymar Jr. ao menos por me fazer pensar (e apenas não chorar) no mês em que se comemora o Dia Internacional da Filosofia!

JaloNunes.
Copiado de: Globo Esporte


[1] Porque no meu país há tantas desgraças e tantos retrocessos que carece que todos nós brasileiros, possamos nos unir e pensar juntos, escrever juntos e agir em coletividade. Se eu penso nas críticas que lançam sobre mim e não melhoro; ou se o meu trabalho não tem um propósito coletivo eu não mereço reconhecimento nenhum. E propósito coletivo não é trazer alegria para ninguém, pois nós vivemos num país que precisa do alimentar, do abrigar, do incluir, do abraçar, do respeitar, do humanizar, do reconhecer, etc. etc. etc. alegria vem quando nos sentimos úteis e realizados...

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Concurso Nacional Novos Poetas. Prêmio Poetize 2018

Estão abertas as inscrições para o Concurso Nacional Novos Poetas, Prêmio Poetize  2018. Podem participar do Concurso todos os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 16 anos. Cada candidato pode inscrever-se com até 2 poemas de sua autoria, com texto em língua portuguesa. O tema é livre, assim como o gênero lírico escolhido. Serão 250 poemas classificados. A classificação dos poemas resultará no livro, Prêmio Poetize 2018/ Antologia Poética. O Certame está entre os mais destacados concursos literários da língua portuguesa.
A licença poética em pleno exercício, através do ineditismo da nova poesia em sua forma e conteúdo.
A poesia contemporânea egressa do cotidiano, merecedora das condições de permanência entre o que há de melhor no patrimônio literário brasileiro.

Concurso literário e uma importante iniciativa de produção e distribuição cultural,
alcançando o grande público, escolas e faculdades.

Inscrições gratuitas

De 05 de setembro a 05 de dezembro de 2017 pelo site: www.premiopoetize.com.br
Realização: Vivara Editora Nacional
Apoio Cultural: Revista Universidade

quarta-feira, 12 de julho de 2017

342Agora.Org.Br

Veja como se comporta a bancada de Deputados Federais por Alagoas, em relação ao pedido de admissibilidade de investigação contra o Presidente Michel Temer (PMDB).
No site 342 Agora é possível observar o panorama de votação a nível de Brasil e por Estados, entre os deputados "Contra"; "A Favor" e "Indecisos". Acesse o site e pressione seu deputado para que ele vote pela admissibilidade do processo.


sexta-feira, 17 de março de 2017

"Minhas Motivações Nunca Foram Partidárias"!



D
isse o Juiz Sérgio Moro: “Minhas motivações nunca foram partidárias”, em evento organizado por Dória, do PSDB.

Ora, isto nos leva a fazer apenas algumas indagações:

1.       O Juiz Sérgio Moro já participou de algum evento organizado e/ou subvencionado pelo Partido dos Trabalhadores – PT?
2.      Teria o ilustre Juiz participado ou confirmado presença n'algum evento organizado pelo Central Única dos Trabalhadores – CUT, por exemplo?

3.      Ou Sérgio Moro vazou delações premiadas e/ou conversas grampeadas entre políticos (do PMDB, do PSDB, ou do PR etc.) e não políticos, como o fez no caso da conversa da Presidenta Dilma Rousseff com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva?

4.      Sérgio Moro, por fim, lavrou mandados de condução coercitiva envolvendo a alta cúpula do PMDB ou do PSDB?

5.      E por fim: quem já foi preso no decorrer da operação Lava Jato e quais suas afinidades político-partidárias, Sérgio Moro?

Isso basta, ou é preciso desenhar a filiação intrínseca de Juiz Sérgio Moro a um partido político brasileiro?

JaloNunes
Imagem copiada de: UOL Notícias

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Av. Graciliano Ramos, Palmeira dos Índios/AL



U
ma Avenida simples, na cidade de Palmeira dos Índios, estado de Alagoas, tem nos chamado a atenção. Há vários anos, no mandato anterior de um Prefeito que governou entre 2001 e 2008 ocorreu um fato que envolveu a referida Avenida. Recentemente o fato “se repetiu”, mas o desfecho foi antagônico.
Trata-se de parte da Avenida Graciliano Ramos, um setor que tem duas mãos (uma que vai, uma que vem), mas no centro há um canteiro que abriga(va) pelo menos uma dezena de árvores adultas, das mais diversas espécies; também no referido canteiro passa a linha de energia elétrica e os postes necessários para a passagem dos fios elétricos. Talvez por isso, na gestão inicial citada tentou-se cortar as árvores, pois somente as podas constantes não estavam resolvendo.
Mas, numa manhã de sol quente, quando se tentou cortar as primeiras árvores, uma rebelião insurgiu de um colégio particular, cujo nome pode ser traduzido para os termos estudo, palavra; a rebelião era composta por parte de alunos, professores e representantes do referido Colégio. Os mesmos acionaram emissoras de rádio e a “porta-voz” da instituição de ensino dizia que aquilo representava uma falta de respeito para com os moradores da rua e um “crime contra o meio ambiente”, ainda mais porque no momento eles (comunidade escolar) realizavam uma feira de ciências, cuja temática também tratava de questões ligadas ao meio ambiente. Alguns moradores se juntaram aos membros do Colégio; a queixa ao ato e à decisão do Prefeito (porque eles diziam que se tratava de mais um desmando do Prefeito), ao autorizar o corte, foram tão contundentes que o corte das árvores cessou!
Mas eis que eu passei, rios meses atrás pela referida rua e vi que as árvores haviam sido cortadas pela base, sequer restos seus se encontravam no local do “crime ambiental”, nem mesmo uma folha a saltitar, por recordação. Para terminar o serviço, algum produto de cor violeta foi colocado na superfície de cada tronco cortado, para evitar recuperação...
Então eu me perguntei (com a alma repleta de indignação):
Não havia mais um Colégio e moradores da rua que pudessem reclamar o direito de se manter as árvores vivas, para se evitar o “crime ambiental”?
É verdade que os alunos do Colégio envolvidos no reclame não seriam mais os mesmos! Seriam inúteis também os educadores?
E os moradores da Avenida, por que se convenceram de que seria melhor a destruição das árvores no segundo momento, ao passo que se opuseram no momento inicial?
Não há mais emissoras da rádio, nem locutores, em Palmeira dos Índios?
Ou podemos concluir que recentemente o que é certo, o que é errado, tornaram-se categorias manipuláveis e de interesse particular?
As fotos abaixo foram extraídas do Google Maps, o mesmo as realizou em dezembro de 2011. De lá para dezembro de 2014, apesar das constantes podas, as árvores estavam ainda mais altas e robustas.
JaloNunes.

  • A rua em 2011, fotos extraídas do Google Maps:

 
 

  • A seguir, fotos realizados em dezembro de 2014:

 

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Concurso Nacional Novos Fotógrafos/ Prêmio Urbs Brasil 2017


E
stão abertas as inscrições para o Concurso Nacional Novos Fotógrafos, Prêmio Urbs Brasil 2017 de fotografia digital. Cidades em tons de cinza. Podem participar do concurso, todos os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 16 anos. Cada candidato pode inscrever-se com até duas fotografias de sua autoria, capturadas por quaisquer meios digitais, máquinas fotográficas, celulares, etc. O tema das imagens é; as cidades e o seu cotidiano, marcos, ruas, avenidas, monumentos, praças e a interação com as pessoas. Serão 150 fotografias selecionadas. A classificação das fotografias resultará no livro, Prêmio Urbs Brasil 2017. Antologia Fotográfica. Concurso Fotográfico e uma importante iniciativa de produção e distribuição cultural, alcançando o grande público, escolas e faculdades. Inscrições gratuitas de 10 de janeiro a 05 de junho de 2017, pelo site:  
Realização: Vivara Editora Nacional
Apoio Cultural: Revista Universidade
Copiada de: http://www.premiourbs.com.br/
Foto destaque da edição 2016. Pelada no Morro La loma Del Burro (Havana, Cuba), de Ruyter Fernandes.

Fotografia vencedora da edição 2015.
Disponível em: https://lucimarafercado.wordpress.com/tag/fotografia/