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segunda-feira, 31 de março de 2014

É só Amor e Angústia; ou tem mais?



E
scapar do, supostamente, tema principal (amor e angústia) não implica inexperiência ou não habilidade. Implica necessidade! Mas quem poderá garantir que escrevo sobre Amor e sobre Angústia; nem mesmo eu saberia dizer sobre o que e para que escrevo...
Quero que entendam que, desde o momento que escrevi sobre o amor, me referia ao amor compartilhado entre seres humanos, pois um ser errante como eu não seria capaz de descrever, classificar ou definir claramente o amor do Supremo por nós. Não por esse amor ser complexo e grande a ponto de não ser compreendido ou alcançado, pelo contrário, este amor é realmente infinito, porém facílimo de ser obtido, desfrutado, ele é enorme, porém, simples... É preciso apenas que amemos ao nosso Senhor e ao próximo para sermos agraciados e privilegiados com o amor Divino. Este eu não ousaria definir como impuro, mas totalmente o inverso, porque é espontâneo e incondicional... 
JaloNunes.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Só os fatos são suficientes?



T
entarei, então, encontrar mais fatos para produzir mais postagens, na verdade o que me preocupa é o rumo que estas tomarão: por trilhar por tantos temas e por reconhecer que não há o aprofundamento neles, só porque não se trata de estudos embasados em métodos científicos, mas ao mesmo tempo, eu não me preocupo muito, porque a ciência não é tudo, não explica a realidade total, não é absoluta... Hoje em dia, fazer ciência, é acreditar na incerteza!
JaloNunes.

domingo, 9 de março de 2014

Faça-me indagações, por favor!



H
á de se indagar: - Afinal sobre o que estou lendo? Ou melhor, sobre o quê este "escritor" escreve? Respondo dizendo: - Escrevo sobre aquilo que acho interessante quando começo a raciocinar para este propósito. Digamos que escrevo na particularidade, sendo que de forma quase universal. Captou a Lógica de Aristóteles[1] fazendo efeito em mim, servindo aos “tempos modernos”? 

JaloNunes. 


[1] Viveu em 384 a.C. Filósofo grego, que sucedeu Platão e é responsável pela criação da Metafísica, algo que vai além da Física (o bicho!). É considerado um dos maiores gênios da Antiguidade Grega, ele escreveu sobre absolutamente "tudo" (para contemplar seu tempo) e fez estudos em quase todos os campos do saber.





domingo, 2 de março de 2014

A Omissão



O
ntem, em 2009, eu me vi envolvido por uma situação difícil de absorver sem que se reflita bastante!
A omissão soou para mim como uma das piores ações que um ser humano pode vir a praticar. Chega a ser angustiante se defrontar ou estar envolvido com um cidadão que se usa da omissão para sair ileso de alguma situação que ele mesmo criou ou foi parte importante...
Vejamos como ocorreu: nos chamados rachas (jogos de futebol ou futsal efetivados sem muito rigor competitivo, algo mais relacionado à diversão – “dar umas carreirinhas”) é comum que alguns jogadores fiquem no banco enquanto outros dois times estão realizando partidas. Num determinado momento seu time perde e você encaminha-se para o banco de reservas, onde deve esperar sua vez para jogar novamente, mas eis que o time que adentraria estava incompleto, precisando de pelo menos dois jogadores. Um deles olha para você e diz: - fica. Quer dizer a partir daquele momento você jogaria defendendo este time que já entrava em quadra. Enquanto isso outro membro do mesmo time chama mais alguém que estava para ir ao banco. Outro, por sua vez chama mais um e, então, o time já se encontrava com um jogador a mais. E eu percebi isso ao ver esse terceiro jogador que adentrava as linhas da quadra e então verbalizei que já estava completa tal equipe; mas ele foi desafiador e sugeriu que eu fosse dormir; eu me direcionei para o cidadão que me propôs a permanência em quadra e indaguei: - fulano, você não pediu que eu ficasse? Ele olhou fixamente e com pouco encorajamento para o sujeito que entrava e depois olhou para mim; e eu, com o olhar, requisitei um sim decisivo dele, mas ele foi incapaz de fazer tal ação! Omitiu-se como um irracional... Eu me senti decepcionado com tamanha insensatez e falta de perspicácia decisiva presente naquele sujeito e me retirei daquelas linhas retangulares. Julguei não mais supri-lo, quando ele precisar. 
JaloNunes.