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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

(Semi) Final do The Voice Brasil


O The Voice Brasil está na reta final, uma vez que o último programa e a consagração do(a) vencedor(a) ocorrerá na próxima quinta-feira, dia 29 de dezembro.
A temporada deste ano contou com uma particularidade inusitada e fracassada (a meu ver), que foi a fase anterior a semi-final - ocorrida na última quinta-feira, dia 22 - denominada de “batalha dos técnicos”. O que não ficou claro naquela etapa é se se tratava de uma “batalha entre técnicos” ou de uma “batalha entre vozes”, pois se assim fosse não seria necessário aquele tiro no pé, realizado pelo Programa. A iniciativa foi tão estranha e mal planejada que ao término da “batalha dos técnicos”, Michel Teló acabou com 8 vozes, Cláudia Leite com 3 vozes, assim como Carlinhos Brown e Lulu Santos com apenas 2 vozes. Isto - percebeu-se - causou um desânimo descomunal nos técnicos que sofreram uma perda avassaladora no seu time, de modo que as etapas e as decisões seguintes seriam drasticamente influenciadas e levadas a cabo mais pela emoção do que pela razão.
Ainda nesta perspectiva, uma nova reformulação marcou a etapa que ocorreu entre a “batalha dos técnicos” e a semi-final, qual seja, um remanejamento para reequilibrar as vozes em “seus devidos lugares”, denominada de “remix”. Michel Teló tinha uma carta coringa para proteger um de seus pupilos, já que naquela etapa os técnicos poderiam salvaguardar as suas vozes restantes depois da “batalha dos técnicos”, bem como “pescar” candidatos de outros times (o fato é que a dita carta para nada serviu). Cláudia Leite, ao término, manteve duas de suas vozes (Alexey Martinez e Danilo Franco), capturou Jade Baraldo, que pertencia ao time Teló, ao passo que perdeu Mylena Jardim para o time Teló. Carlinhos Brown conseguiu manter D'Lara e Afonso Cappelo, ao passo que pegou Brena Gonçalves, antes pertencente ao time Teló. Lulu Santos manteve também dois de seus candidatos: Dan Costa e Gabriela Ferreira e conduziu para o seu time Lumi. Michel Teló, assim como os outros, ficou apenas com 3 das 8 vozes que possuía, sendo eles: Gabriel Correa, Bruno Gadiol e Mylena Jardim (ex time Cláudia Leite).
Copiada de: Gshow
Sobre esta fase não se pode falar muita coisa, afinal a intervenção do Programa em vez de organizar, bagunçou demais!
Sobre a semi-final de ontem eis a minha breve opinião:
O primeiro a cantar foi o time de Lulu Santos. Três candidatos, dos quais o público escolhia dois e o técnico escolhia um para representá-lo na grande final da próxima semana. Sabiamente o público optou por Dan Costa e Lumi. Lulu Santos, através de uma decisão técnica enviou Dan Costa para a final. A controvérsia é que, segundo sua fala, Lumi já era o campeão de empatia nesta edição. Ora, se sou eu um campeão em empatia, não deveria eu estar na final, justamente por eu ser popular e querido pelo público?
Na sequência foi a vez do time de Cláudia Leite. O público, serenamente, escolheu Danilo Franco e Jade Baraldo. Cláudia Leite, por sua vez, escolheu Danilo Franco para representar seu time na grande final. Mais uma controvérsia, uma vez que os dois candidatos são donos de grandes vozes, mas a meu ver Jade Baraldo vinha se destacando a cada programa, além de preencher melhor os requisitos daquilo que se espera de um artista e o repertório diversificado que vinha apresentando; Danilo Franco, apesar da timidez mostrou-se forte, já que foi uma das escolhas do público. A explicação cabível para a decisão de Cláudia Leite talvez se explique por meio da vitória de Sam Alves, que foi o vencedor da edição de 2013, pelo time da cantora e que fez apresentações, em sua maioria, de músicas em inglês, similarmente ao que tem apresentado Danilo Franco.
No time de Carlinhos Brown porém, ao que parece, a emoção falou mais alto e a técnica foi expurgada de sua decisão. Após a escolha do público que destacou Afonso Cappelo e D'Lara, Carlinhos optou por Afonso. Antes disse exaltou a experiência, a qualidade vocal e cênica da candidata D'Lara. E esta emoção, a que nos referimos, foi íntima pois o público presente em torno do palco fez um coro para D'Lara, o que não foi ouvido pelo técnico.
Michel Teló foi, a meu ver, o mais coerente na sua decisão final. O mais técnico, o mais inteligente e o mais audacioso não somente por ter relegado o candidato Bruno Gadiol, dono de uma popularidade incrível no que se refere às redes sociais, mas também por ter apostado em Mylena Jardim, que outrora pertencia a outro time. Ele teve a coragem que faltou a Cláudia Leite, pois a fidelidade que ela exprimiu para com o seu time não lhe será exitosa para o resultado final e a busca pelo “campeonato”. Bruno Gadiol e Mylena Jardim foram a escolha do público e Teló enviou Mylena para a disputa final. O que percebi é que a decisão de Teló foi estritamente técnica, pois Bruno Gadiol apesar de ser um dos queridinhos nas redes sociais não demonstrou diversidade de repertório do decorrer de suas apresentações. Ao passo que Mylena Jardim, ainda sendo muito jovem, apresentou maturidade técnica e vocal, podendo encarar qualquer estilo musical com maestria e competência, sendo uma das mais fortes candidatadas para conquistar esta edição. Acrescentando algo mais, a decisão de Teló foi, na verdade, técnico-emocional porque Mylena Jardim além de ser uma grande cantora fez uma apresentação de arrepiar!
Dito isto, meu palpite é que o título ficará entre o candidato de Lulu Santos, Dan Costa ou a cantora Mylena Jardim, do time de Michel Teló.
JaloNunes.
Imagem copiada de: TV Foco
Imagem copiada de: Gshow

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

A "Praça dos Três Puteiros" em Brasília, está em Festa!

O
s(as) seis ministros(as)[1] do Supremo Tribunal Federal (STF) que mais uma vez livraram a cara do Presidente Renan Calheiros (PMDB), o qual é réu no próprio STF e ainda responde a pelo menos uma dezena de outros processos, das mais diversas qualidades, usaram a seguinte interpretação (parafraseando): de que ele (Renana Calheiros) seria impedido de assumir a presidência da república, já que é o segundo na linha sucessória, mas não estaria assim impedido de continuar sendo o presidente da casa e decidindo os rumos[2] do país. Alguns chegaram a dizer que isso não aconteceria, pois, caso o presidente [golpista] Michel Temer (PMDB) tivesse que se ausentar por algumas semanas, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), assumiria.
Mas será que isso não aconteceria mesmo? Neste caso, nós precisaríamos apenas de um(a) vidente, não do julgamento faz de conta e nojento realizado pelo STF na tarde desta quarta-feira, dia 07 de dezembro de 2016.
Ora, acidentes acontecem; imprevistos também... E suponhamos que num desses, o presidente [golpista] Temer e o presidente da Câmara dos Deputados precisem se ausentar, Renan assumiria automaticamente a presidência da república, qual seria então a “nova” meia sola, o “novo” me engana que eu gosto, que o STF empenharia?
Por fim, os(as) ministros(as) ainda fizeram como aqueles pais bobocas que prometem dar palmadas nos filhos quando eles fazem travessuras: Renan Calheiros desrespeitou a justiça; foi um menino mal, não recebeu o papelzinho (a liminar , o que é isso...?); merece ser castigado, vamos tirar a TV e o Vídeo Game dele; na próxima vez vai apanhar, ai, ai, ai...
O que sobra, o que fica de real, é que cada vez mais temos a triste certeza de que um verdadeiro circo político está armado[3] em nosso país, respaldado pela imprensa, pela própria justiça e pela maioria dos parlamentares, no qual o povo brasileiro é o palhaço; o pato; o bobo da corte...
JaloNunes.
Imagem copiada de: Blog do Esmael
Copiada de: palmas aqui



[1] Celso de Melo, Teori Zavascki, Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Cármem Lúcia.
[2] Por rumo entende-se, o caminho do bem e o caminho do mal.
[3] E eu não estou falando apenas do governo do PT que permitiu o escancaramento da corrupção, pois isto vem desde a época dos coronéis (e de coronelismo eu penso que percebo), eu me refiro uma força hegemônica e elitista que vitimiza direitos conquistados pelos cidadãos, desrespeita o valor atribuído ao voto, desmerece a voz do povo, prioriza convenientemente as informações a serem difundidas... Ah, por fim, gostaria de afirmar que a liberdade de imprensa (atribuída a imprensa) é uma farsa! E outra: dizem que, quem rir por último, rir melhor...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Pacote "pró-corrupção": uma maneira sórdida de finalizar a Operação Lava Jato


A imprensa não pode chegar agora e dizer que o pacote “pró-corrupção” aprovado na noite de ontem na Câmara dos Deputados e tentado no Senado (sem sucesso imediato, tendo sido encaminhado para a Comissão de Constituição e Justiça), é fruto de um oportunismo por parte dos Parlamentares, isto é, que os mesmos aproveitaram-se de uma consternação nacional por conta da tragédia aérea envolvendo a Associação Chapecoense de Futebol (ACF). Uma vez que o povo brasileiro (mesmo de mãos atadas) e a imprensa brasileira sabiam perfeitamente que o referido projeto seria votado naquele momento, mas para a imprensa – ultimamente – tem sido mais cômodo passar a mão sobre a cabeça dos golpistas!
Bem menos podiam os juízes federais afirmarem em coletiva de imprensa que abandonariam a Operação Lava Jato, caso o pacote “pró-corrupção” seja sancionado. O que nos sugere, com muita tristeza, é que tudo não passa de um grande golpe, de uma estratégia conjunta arquitetada entre o governo golpista de Temer, a Câmara dos Deputados, o Senado, própria justiça federal e uma parte privilegiada da imprensa brasileira.
Ora, como é que a justiça vai se eximir de suas responsabilidades, “forçada” pela ação dos Parlamentares, justamente porque eles aprovaram um pacote de medidas que protege os corruptos e anistia os crimes por eles cometidos? Pelo contrário, ela teria que se reinventar e combater com absoluta convicção!
A Operação Lava Jato vai parar (isso é uma questão de tempo) e não será por causa desse pacote “pró-corrupção”, será por conta de um plano hegemônico e elitizado, no qual estão empenhados o governo golpista de Temer, a Câmara dos Deputados, o Senado e a justiça federal, desde antes do momento do Golpe de Estado que afastou Dilma Rousseff.
JaloNunes.
Copiado de: O Tempo
Copiado de: agazetadigital.blogspot.com

sábado, 29 de outubro de 2016

Por que só a Vaquejada; por que só o Nordeste?

O
 ser humano é diferente dos animais, dentre outros aspectos, porque é capaz de transformar a natureza a seu favor. Nesse aspecto (natural) encontram-se os animais; desde os primórdios da civilização, os animais servem aos homens, nas suas diferentes atribuições, salvaguardando as questões religiosas e culturais.
Maltratar significa “ofender, com palavras ou atos” (...); “fazer sofrer com aspereza e grosseria”.
É inadmissível, é ilógico, é acultura querer acabar com a Vaquejada, alegando-se que os bois são maltratados.  Primeiro porque ninguém vai trazer para uma vaquejada um garrote ou uma vaca velha que estejam morrendo de fome ou sede por conta da seca no sertão do Nordeste, isto seria uma tremenda malvadeza. Segundo porque o gado que é levado para uma vaquejada é gado bom, forte, gado de corte, muitos deles com total potencialidade para ser abatido e vendido num açougue, logo ir parar na mesa de dezenas de brasileiros.
Dizer que não é um esporte.... Claro que é! O futebol, como exemplo, é um esporte nacional! E o que são os jogadores? São mercadorias que valem certa quantia em dinheiro e quando não produzem mais são descartados, substituídos; tanto é que há um mercado mundial e nacional para a compra, venda e troca dessas mercadorias. Assim também são os bois: alguns sequer nascem porque abatem suas mães quando ainda estão em gestação; outros ao nascerem são separados das vacas por diferentes motivos; uns se tornarão reprodutores; outros serão engordados visando apenas ao abate; outros serão direcionados para rodeios, vaquejadas, cavalgadas, etc.; outros terão a má sorte de nascer no sertão e mal se desenvolverão, tornando-se apenas ossadas sobre a superfície do solo árido e quente...
Se tivesse que acabar com a vaquejada por conta de que os bois são maltratados, seria útil também:
Soltar todos os passarinhos que estão presos em gaiolas por esse Brasil a fora;
Recolher todos os cães das ruas, que sofrem as intempéries do clima, a falta de comida e água, a falta de um(a) dono(a) que cuide dele;
Assim como os gatos, que perambulam ruas e vielas;
Teria que estancar de vez a sangria do gado de corte, sim, porque há maior maltrato do que matar os animais para consumir sua carne?
Acabar com diversas práticas agrícolas que queimam o solo e com isso, matam diversas espécies de animais e plantas das mais diversificadas formas e características;
A queima da cana-de-açúcar, por exemplo, teria que ser suspensa, pois com isso se pouparia a vida de diversos ecossistemas;
A construção de represas e hidrelétricas, nunca mais, haja vista os danos ambientes que causa;
Etc.
Etc. (...)
O que temos visto, infelizmente, é uma tremenda inversão de valores: reservas são criadas para proteger uma determinada espécie de animal ou planta, ao passo que o Estado, as Leis, etc. são negligentes e permitem o êxodo rural, por exemplo, ou financiam a violência que mata milhões de brasileiros todos os anos.
Os brasileiros e o Supremo Tribunal Federal – STF precisam dar ao animal o que é do animal (servir de instrumento para os humanos), porque é isso o que eles fazem, não importa se é um cavalo que você monta ou um cão com o qual você brinca e, quando se satisfaz, volta a prender numa linda casinha para cachorro. O que precisa aflorar de verdade é a sensibilidade e a capacidade fraterna dos humanos, pois só assim, não haverá ofensa (de nenhuma forma) com animais ou entre humanos.
O que precisamos, portanto (e o STF, também) é se preocupar com as minorias étnicas, os pobres, os desempregados, os mendigos, etc. pessoas sim (humanos) que vivem a margem de uma sociedade capitalista e desigual e que carecem ser olhados como gente, não como animais!
Enquanto um ser humano for olhado (por outro) com indiferença, não faz sentido criar (e/ou cumprir) leis que supostamente protejam animais!

JaloNunes.
Imagem copiada de: Pacote Turismo
Copiada de: blogs.diariodonordeste.com.br
Copiada de: YouTube

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Estaria o Ensino Médio falido, ou a falência é do atual sistema político brasileiro?


É
 uma tremenda farsa afirmar que o ensino médio no Brasil está falido, assim como é uma burrice extrair do currículo a educação física; é também uma farsa "forjar" uma reforma no ensino médio (por estar ele falido) levando em conta apenas determinados indicadores. O fato de vivermos uma educação essencialmente técnica e elitista, faz com que gestores descompromissados pensem a educação como uma soma de pontos e mais pontos, a formação humana e social é sempre deixada de lado, não a toa, os alvos da expurgação foram a educação física e a filosofia (justo a filosofia, a mãe de todas)....
 JaloNunes.

Disponível em: Educar para Crescer
Disponível em: Portal Conhecimento Prático - Uol

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

A interferência externa na arbitragem brasileira: Fluminense X Flamengo



S
e no futebol, se na arbitragem não pode ter interferência externa, então é uma solução cabível substituir os árbitros (a equipe de arbitragem) por uma espécie de arbitragem mecânica, robótica (na qual apenas um ser humano seria necessário, para operar um grande computador central, que gerenciaria a equipe técnico-mecânica de arbitragem). Isto por que o que mais há na decisão de uma arbitragem de futebol é a interferência externa.
Sabendo o que é interferência externa e tomando como exemplo o último jogo entre Fluminense e Flamengo (no qual o Flamengo venceu por 2 X 1), ocorrido no domingo anterior, válido pelo Campeonato Brasileiro 2016, o qual motiva este texto, destacamos:

Por interferência externa leia-se obtenção de informações por outra fonte que não a equipe de arbitragem (árbitro, bandeiras, assistentes posicionados atrás dos gols e quarto árbitro): o livro de regras não admite a influência de delegados das partidas ou de jornalistas em decisões de jogo. E, como se sabe, não é autorizado o uso da tecnologia (...). O Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) impõe ao árbitro o dever de observar as regras da modalidade (art. 259). Caso contrário, resta caracterizado o chamado erro de direito. Quando devidamente comprovado, um erro de direito que altere o resultado de partida enseja sua anulação (art. 259, § 1º). Ele pode decorrer do desconhecimento ou da não aplicação de uma regra (...). Improvável pois a eficácia desta medida depende de provas inequívocas da interferência de elementos externos na decisão do árbitro. Provas do quilate, por exemplo, de uma confissão por parte do próprio juiz ou da transcrição do caso em súmula[1].

Isto ou aquilo ocorreu, portanto no jogo acima citado. Após o bandeirinha anular o que seria o 2º gol do Fluminense, por ter assinalado impedimento no ato do lance; e o juiz ter seguido a sua indicação, anulando o gol; os jogadores do Fluminense foram para cima do árbitro e o fizeram-no mudar de ideia; os jogadores do Flamengo, por sua vez, foram até o árbitro e o fizeram mudar de opinião novamente, anulando o gol, como no princípio da confusão! O que é tudo isto, senão interferência externa? Afinal, os jogadores estão além do quarteto de arbitragem e dos demais dirigentes. Portanto, da forma que está, este princípio não responde por determinadas demandas que podem ocorrer num jogo de futebol!
Grosso modo, há sim interferência externa maior do que aquela exercida pelas torcidas? Pois, há com clareza, a certeza de que as torcidas influenciam sobre as decisões da arbitragem, portanto, nenhum jogo de futebol no Brasil é passível de interferência externa; todo jogo de futebol é uma luta de forças que não está delimitada as quatro linhas do campo!

Para os demais clubes brasileiros que perderam algum jogo e se sentiram prejudicados, deixamos nossa sugestão: #ficaadica : recorram ao STJD, pois historicamente o Fluminense tem mostrado que é possível!
E o último pitaco é para o Mengão: quem venceu um, na competência do jogo eficiente, poderá vencer outro, de forma serena e empolgante! 
 JaloNunes.
Copiado de: Esportes
Copiado (editado) de: ESPN.com.br

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Rasteiras Político-Brasileiras



A
lguns senadores estão a posar de verdadeiros heróis junto a mídia brasileira a as redes sociais, pelo fato de estarem a "enquadrar" a Presidenta afastada Dilma Rousseff (PT), quando na sua participação na etapa final do processo de impeachment, no Senado Federal. Ora, de outro modo, eles deveriam se envergonhar de estar a "julgar alguém", quando na verdade não passam de um bando de corruptos: senadores, deputados, governadores, prefeitos, vereadores, presidentes, parte da população... etc., todos comungam das mesmas práticas ilícitas, aliás, a própria justiça, que de cega nada tem, quando lhe é conveniente, abre um dos olhos e salva a pele dos seus integrantes preferidos! É uma pena que há ibope para as palavras medíocres emanadas da boca suja (desmoralizada...) de "julgadores" e "julgados". O próximo a levar a rasteira, provavelmente será o PMDB, que juntado ao PSDB esgotaram a estrela vermelha do PT, da qual, resta apenas pequenas faíscas da sua luz morta, a romper o espaço político brasileiro. Alguns outros, porém, passarão a perna, logo mais, no PSDB e em qualquer outro que queira fazer papel de titã político... Caso isso não aconteça num futuro bem próximo, teremos simplesmente a mais satisfeita veracidade de que um golpe foi orquestrado sob a batuta do judiciário brasileiro...
JaloNunes.
Copiada de: www2.camara.leg.br
Copiada de: www2.camara.leg.br